
A Revista Rolling Stone Brasil fez uma resenha do álbum "Chiaroscuro", de 3 estrelas das 5 possíveis, leia um trecho:
Cantora segue dona de seu destino e traz surpresas em terceiro disco de estúdio
A porta-voz feminina do rock nacional deste milênio tem suas virtudes. Enquanto as garagens ainda concebem, a cada dia, dezenas de grupos prontos para acompanhar a desgastada fórmula do hardcore melódico, Pitty segue na contramão. A artista saiu do underground baiano para ganhar o país com composições próprias, mais maduras que muito do que se ouve nas rádios. Em Chiaroscuro, seu terceiro disco de estúdio, a cantora cresce e desvia da cartilha sonora usada nos trabalhos anteriores – Admirável Chip Novo (2003) e Anacrônico (2005). Se no primeiro Pitty ganhou fãs com o discurso consistente e os riffs criativos de Peu Sousa, no segundo, já sem o guitarrista, marcou território com um som mais pesado, calcado no metal. Agora, ela usa elementos do tango, de grupos vocais femininos e do rock sessentista para compor as 11 faixas do álbum. Rafael Ramos continua na produção e a temática não mudou: crises existenciais, rejeição e amores, tudo embalado com referências literárias um tanto óbvias (aqui tem até Alice no País das Maravilhas) e alguma dose extra de seriedade.
Para ler toda a matéria: http://www.rollingstone.com.br/guia/cds/3795/