
Façam todas as perguntas que quiserem aqui:
http://www.formspring.me/pittyleone
As mais interessantes, a Pitty responde
A banda cearense Aviões do Forró é conhecida por gravar sucessos de artistas internacionais em versões bastante abrasileiradas. Agora, o grupo de forró escolheu Pitty e o hit Me adora.
Frase da cantora sobre a versão: "Cara, eu ouvi e achei muito doido. E assim, é estranho e legal ao mesmo tempo. Estranho porque é um ritmo completamente diferente, sabe? Mas, por outro lado, é uma homenagem bacana uma pessoa de tão longe pegar sua música e fazer a versão dele, isso é muito legal".
Pra quem ainda não ouviu essa versão:
À todos leitores desse blog, desejo um Feliz Natal e um Prospéro Ano Novo!
Primeira música de trabalho da cantora baiana Pitty no álbum Chiaroscuro (Deckdisc), “Me adora” logo transformou-se em sucesso dos mais executados nas rádios brasileiras. Ganhou videoclipe e ringtone, e esteve entre os indicados a hit do ano no VMB. No mês passado, foi lançado o dvd Chiaroscope (Deckdisc) que registra a gravação de Chiaroscuro, com roteiro, filmagem, direção e edição de Ricardo Spencer. Além das 11 músicas do disco, o DVD traz três canções inéditas: “Pra Onde Ir”, “Sob O sol” e “Just Now”.
Como foi o processo de composição de “Me Adora”?
Pitty: Ela foi composta por partes. Primeiro fiz a harmonia, com uma sequência de acordes meio baseada nas canções da década de 60, uma coisa meio Motown, Chess. Ao mesmo tempo surgiu a melodia. Depois de maturar um tempo essa melodia, senti que ela pedia uma letra um tanto quanto dramática e exagerada, e aí veio o refrão. Achei engraçado a princípio, uma espécie de sátira com o fato de se sentir preterido. Aí empaquei e decidi deixar a música descansar. Uma noite de insônia qualquer, do nada, os versos começaram a surgir e eu percebi que a ideia da letra tinha potencial para duplo sentido: o amoroso e, no meu caso, o profissional. Quando os versos apareceram nessa noite parecia um download: eu levantei da cama com os olhos esbugalhados, catei um papel e uma caneta e quando parei a música estava toda ali.
Onde a música foi composta?
P: Na minha casa, em vários ambientes: com o violão no meu “laboratório-escritório”, onde ficam meus instrumentos, e a maior parte da letra deitada na cama.
Teve alguma contribuição externa?
P: Não. Deve ter tido contribuição extraterrena, que é o que acho que acontece de vez em quando, quando a gente lida com arte.
A música tem alguma ligação direta com fatos ou situações pessoais? O que seu conteúdo significa? Qual foi sua principal inspiração?
P: A partir do momento em que eu percebi que a letra podia ser aplicada à minha situação profissional, alguns versos foram escritos nessa intenção. A gente cria, faz arte, entrega pro mundo desfrutar e – como não poderia deixar de ser – julgar. Acontece que esse julgamento é feito em alguns casos por pessoas que não têm interesse, identificação ou sequer boa vontade de compreender aquele universo que lhe é distinto. Ou seja: fica a cargo deles transmitir a definição de sua obra a milhares de pessoas, que normalmente acatam tudo sem questionar. É bem injusto. Nessa hora fico com Rilke [Rainer Maria Rilke, um dos mais importantes poetas de língua alemã do século 20]: “Não há nada que toque menos uma obra de arte do que palavras de crítica: elas não passam de malentendidos mais ou menos afortunados”. Minha inspiração para a letra veio disso, traçando um paralelo com situações amorosas; e para a parte harmônica e melódica o que me instigou foram as gravações do Phil Spector e algumas girls groups da década de 60, principalmente The Ronettes com “Be My Baby”.
O que essa música representa na sua carreira?
P: Uma quebra de paradigmas e libertação de alguns medos. Se ela pintasse pra mim há alguns anos, é provável que eu ficasse mais assustada. Cada vez mais tenho menos medo de fazer as músicas que estou a fim de fazer, e meu processo tem sido bem esse: deixar que as canções nasçam sem amarras, sem racionalismos, sem pensar que é isso que se espera de mim, ou que é essa a persona que eu preciso manter. O mais legal é que quando ela foi lançada choveram comentários de pessoas mais velhas, que ouvem música há mais tempo e por isso têm mais referência, dizendo que tinham adorado. Senti que deu uma modificada no público nesse sentido.
Se a música fosse composta hoje, você mudaria alguma coisa?
P: Não. Acho que ela é do jeito que devia ser. E, claro, é reflexo daquele momento.
Você recebeu algum tipo de crítica por usar um palavrão no refrão (Que você me adora/ que me acha foda)?
P: Só dos pseudopuritanos. A maioria entendeu a intenção e a necessidade da palavra ali. Acho engraçado que Lilly Allen canta “Fuck You”, Radiohead diz “you’re so fucking special” e todo mundo acha lindo. Ninguém merece, né?
Em uma entrevista reveladora à revista TPM de outubro, a roqueira Pitty confessou que nunca usou drogas e que não é tão rebelde quanto parece.
"Já barbarizei muito. Mas nem foi de sexo e drogas. Era de não querer regras mesmo. Ficava mal de me sentir controlada. Aquela arrogância da adolescência. Ao mesmo tempo, não era idiota, não me metia em confusão. Nessa época descobri a maconha. A galera fumava, eu não tinha vontade. Achava ridículo. Se todo mundo fumava, queria ser do contra", afirmou.
Pitty também comentou sobre sua relação com o atual namorado Daniel Weksler, baterista do NX Zero, e falou que não esperava que o relacionamento fosse se tornar algo sério e que queria curtir sua fase de solteira. "Quando nos conhecemos eu tinha 28 e ele, 20. Foi num VMB, em 2006, numa noite em que eu tinha sido superpremiada".
"Menino bonito, bom papo, acabamos ficando juntos nessa noite, mas pra mim não ia passar disso. Estava pela primeira vez na vida solteira e pensava: ‘Agora vou barbarizar, botar pra f... Vou transar com todo mundo e beijar todas as bocas que aparecerem''. Mas não conseguia, não sou assim. E aí acordei no dia seguinte pensando no Daniel... Ele me ligou, a gente saiu e descobri que ele era muito mais que um menino bonitinho", completou.
A cantora também contou detalhes da noite em que sofreu um aborto espontâneo em 2008. "Fiz um show e, na volta, senti uma cólica. Quando cheguei em São Paulo vi que estava muito forte e pedi um ultrassom. Quando cheguei lá a moça falou: ''Não tem mais batimento''. Demorei para entender, não queria aceitar. Queria encontrar motivos. Foi a pior noite da minha vida", revelou.
Pitty concorre na categoria Cantora Nacional no Capricho Awards 2009, que é a 'premiação' da revista.
Vote:
http://republica.capricho.abril.com.br/awards/?vot=musica&result=ok
Enquanto, no exterior, artistas da música faturam cada vez mais ao associar sua imagem e canções com o mundo dos videogames, o mercado brasileiro ainda reclama da pirataria de CDs. Pitty, conhecida pela sua personalidade e rebeldia, acordou para a nova realidade. Este mês, foi lançado um jogo de celular inspirado na cantora e em seu novo álbum, Chiaroscuro.
Adepta dos videogames, Pitty contou à Época São Paulo que, em seus raros momentos de ócio, recorre aos jogos. “Sou da época do Atari, mas tenho um Playstation 2 e um Wii”, diz a cantora. “Amo os games Scarface, Poderoso Chefão e Warriors, além do Guitar Hero. No Wii, gosto do tênis de mesa e o do Mario Bros.”

Pitty queria um jogo interessante, divertido e instigante. Para isso, a empresa Tectoy Mobile criou três games, cada um ligado a uma música da cantora. Em “Na Pele da Mulher”, inspirado na canção “Desconstruindo Amélia”, o jogador deve equilibrar ícones que representam a carreira, o amor e outros elementos da vida da mulher moderna. No jogo “Enfrentando o Medo”, que foi baseado na canção “Medo”, a pessoa deve fazer Pitty ganhar um jogo de tabuleiro disputado contra a sua própria sombra. Por fim, o objetivo de “Rato de Rua” é fazer um fã da cantora despistar a segurança para subir no palco e dar um salto em direção à plateia. Quando o jogador termina um game, pode ouvir uma música do novo CD da Pitty.
Os jogos estão disponíveis para download nas principais operadores do país, pelo preço sugerido de R$ 10.
Teve gente que estava lá desde as 6 da manhã. Teve gente que estava de preto e branco (conforme a cantora pediu em seu Twitter alguns dias ates) e teve gente que parecia estar lá sem saber ao certo porque estava. O fato é que nesta quinta-feira, 15, Pitty, Martin, Joe e Duda apresentaram pela primeira vez num palco de São Paulo o novo trabalho Chiaroscuro.
O Citibank Hall estava bem próximo de sua lotação máxima e o público mais do que animado saudou a cantora e sua trupe com calorosos gritos. Alguns tentaram invadir o palco e chegar mais perto dela (uma das meninas conseguiu, mas foi rapidamente contida pelos seguranças), mas todos estavam ali, tão ansiosos quanto a própria Pitty para ver como ficariam as novas canções ao vivo.
O show começou com a música que abre o disco, “8 ou 80”, seguida de “Memórias”, “Medo” e “Fracasso”, até que Pitty fez pausa para um respiro, agradeceu os presentes por estarem mais uma vez ali. “Foi uma das entradas mais emocionantes que já fiz. Minha forma de recompensar vocês por esse carinho é fazendo o melhor show da minha vida. E é isso que eu vou fazer agora”, disse, emendando mais uma nova, “Água Contida”.
Muito entrosada com os meninos da banda, Pitty tocou guitarra, dançou, fez a platéia pular, se emocionar e cantar todas as músicas como se aquela letra tivesse sido escrita por cada um dos que ali seguiam os versos. Nos intervalos entre uma e outra, coros de “Pitty, eu te amo”, pareciam agradecer a cantora baiana por cantar o que os presentes gostariam de dizer para alguém.
Depois de uma hora e meia de show, a banda se despede, mas as luzes se acenderam. No retorno, em meio a uma gritaria quase ensurdecedora, duas músicas – tocadas num bis improvisado, fazendo a galera vibrar – encerraram a festa, que foi acompanhada de perto pelo namorado de Pitty, Daniel Weksler (baterista do Nx Zero) e dos conterrâneos e amigos da banda Vivendo do Ócio, além do produtor Rafael Ramos.
Confira o set list do show:
8 ou 80
Memórias
Medo
Fracasso
Admirável Chip Novo
Semana que vem
Trapézio
Água Contida
Brinquedo Torto
Rato na Roda
Equalize
Na sua Estante
Máscara
Desconstruindo Amélia
Me Adora
Todos Estão Mudos
Pulsos
***
Déjà Vu
Seu Mestre Mandou
Pitty comemora 32 anos hoje (07) e, em seu twitter oficial, ela confessou que chorou com um vídeo feito pelo seu fã-clube. "Ai, seus doidos. Me fizeram chorar sorrindo", postou.
A banda ganhou dois prêmios no VMB desse ano, Martin levou o Prêmio de Guitarrista da Banda dos Sonhos e Duda levou o título de Baterista do Sonhos.
Pitty perdeu em Vocalista do Sonhos para Lucas (Fresno). Na categoria Rock, Hit do Ano e Artista do Ano a banda não conseguiu ganhar.
Além dos prêmios, Pitty fez uma performance de "Me Adora".
A banda agora é recordista de prêmios ganhos, com 13 prêmios.
À todos que votaram, Obrigado!